quinta-feira, 31 de julho de 2025

🎭 Epístola ao Prata da Junta — ou da Arte de Coligar-se para Fugir ao Juízo 🎭

 

Depois de 24 anos, sim, vinte e quatro! de sumiço,
Governando com o zelo d’um rato submisso,
Com mais silêncio que freira em tentação,
E ousadia de padre em rave de perdição,

Sai-nos agora este Prata, figura embaciada,
Que da Junta fez toca, guarida envergonhada.
Oh, estratega do nada! Camaleão do disfarce!
Que só se move quando o medo o enlace.

Mas ai! Não vem só que o susto é tamanho
Que traz pulseira azul, gravata de estranho.
Une-se ao CDS e ao Liberal mirrado,
Num trio de siglas sem corpo nem fado.

Durante o seu reinado, perdão, sonolência —
Deu à Guarda o dom da total indiferença.
Foi sinal tapado, foi sombra no chão,
Houdini político, mago da omissão.

Eis que desperta, qual múmia vaidosa,
Com promessas bordadas em fala pomposa:
“Devolverei a auto-estima!” brada ao ar,
Mas esqueceu-se de primeiro a conquistar.

Diálogo, diz ele, palavra de almanaque!
Mas se até hoje só dialogou com o traque!
Quer regenerar a praça, veja-se bem,
Quando em 4 anos só lavou a cara a 2 fornos e um cemitério!

E o mais curioso, senhores e senhoras,
É que vem a votos com três bengalas sonhadoras:
PSD, CDS, e esse tal de IL,
Três almofadas rotas sem papel.

Prata, valente! Mas só com cinto e colete.
Não vá a cidade dar-lhe bilhete.
Coliga-se ao centro, à direita e ao pó,
Na esperança que um deles valha por só.

Guarda-te, Guarda! Que vem aí o ausente,
Que fez da Junta um convento decadente.
Traz hinos de praça, de verbo e loucura,
Mas apresenta-se, claro... num hotel.
Pois até a candidatura tem medo da rua.

#VersosDeVergasta #PrataDaColigação #ORegeneradorQueNuncaFoi #GuardaComOlhosAbertos #JoãoDasSombras

quinta-feira, 24 de julho de 2025

“Rita Figueira: a Doutora do Desatino e da Multa”

Oh Rita, Rita — donzela dos despachos apressados,

Que entre batas e pareceres vais tecendo os teus bordados,
Foste posta à frente do Hospital da Guarda, como quem joga à bisca,
Mas governas a saúde como quem despeja uma arca arisca.

Chamaste a ti o poder, não por mérito ou saber,
Mas por graça ministerial e jeito para parecer.
Enganaste o pajem da Ministra com sorriso de romaria,
Enquanto nos bastidores cozinhavas a tua teia sombria.

Com unhas de gel e boletim clínico à deriva,
Fizeste do SNS um palco de intriga viva.
Mas a verdade, essa velha sem Botox nem silicone, não se deixou maquilhar,
E o Tribunal de Contas lá veio, com multa a estalar:

Dois mil e quinhentos dinheiros, bem contados,
Por artes de má gestão e contratos desatinados.
Pegaste a multa aos teus pares — que bela prenda de Natal!
És gestora do desatino, com diploma em vendaval.

Oh Rita, Rita — donzela de olhar polido e despacho traiçoeiro,
Subiste à chefia do Hospital da Guarda como sobe um fogareiro:
Com lume de vaidade, sem brasa de saber,
E a prescrição certeira para tudo… menos para bem fazer.

Governas a saúde como quem joga ao “faz de conta”,
Com contratos sem nexo e gestão que desmonta.
Foste multada — sim senhora — pelo Tribunal de Contas zeloso,
Dois mil e quinhentos dinheiros, por um desatino vergonhoso.

Mas não pagaste sozinha — qual bruxa generosa em dia de procissão —
Pegaste a multa aos teus pares, em comunhão.
E no meio do festim de incompetência e papel assinado,
Foste varrendo quem pensava que estava do teu lado.

Afastaste o Paulo da Correia, homem sério e de recta mira,
Com a leveza cruel de quem manda e nem se retira.
Sem apelo nem agravo, como quem despe um casaco velho,
Despachaste-o com silêncio e com um falso conselho.

Mas não ficaste por aí, ó rainha de pasta e ardil:
Enganaste os Álvaros de crista e os Condessos do varandil.
Prometeste concertos, saúde e serena bonança,
E destes-lhes foi logro, prepotência e esperança de criança.

Trocaste a palavra dada por decreto impreciso,
Subiste no poder como se sobe num improviso.
E dizem nos corredores, com ar de quem sabe e calafrio,
Que aumentaste os seios mas esvaziaste o brio.

Curar? Nem pensar. Mandar? Sim, com vaidade e veneno.
Levaste a gestão hospitalar ao degredo pequeno.
De ti fica a selfie, o batom e a pose de gala,
Mas os doentes continuam na fila, sem bengala.

Rita, Rita — flor murcha de um regime podre,
Quando fores, vai com pressa, sem trono nem cofre.
E que o Paulo, os Álvaros e os Condessos ludibriados
Te cantem no adeus os salmos dos enganados.

Na Guarda queremos médicos, não o teu teatro obsoleto.

Curar, sim; mandar, talvez; mentir, jamais.
Mas tu trocaste os bisturis por joguetes banais.

Que não te iluda o cargo ou a vaidade infinda,
Porque a Guarda não se governa com silicone bem-vinda.
E quando te fores — como tudo o que falha e cansa —
Que fiques de exemplo... de má esperança.

Luís Batista Martins: o Lacaio com L de Lustrador de Pinheiros

Ah, Batista Martins, vulto de jornal sem tinta, eco de opinião alugada, verbo manso a soldo do patrão da camionagem e do Pinhal. És pena mole que treme ao sopro do poder, plagiador de vontades, escrevente de ocasião que confunde alinhamento com pensamento.

Luís, Luís — careca de ideias, brilhante só de testa. És reflexo de prata baça, rodapé de ti próprio, ambição de terceira mão embrulhada em retórica de feira. Nunca venceste em firma nem em folha de vencimentos, por isso deitaste olho à política como quem troca o avental por galão. És o escriba que afaga, o cronista que abana, o colunista de conveniência que se dobra para melhor caber na gaveta do patrão.

Pagam-te Dulcineias, Ritas e outros nomes de benesse fofa — mecenato sem poesia, bajulação com talão. Com elas, vendes opinião com laço e embrulho, cronista aplicado de causas que só lês quando te ditam. És voz de microfone por pagar, na rádio que deve até à alma e onde até os ratos se recusam a estagiar.

Falas grosso, dizes pouco. Copias ideias com a mesma elegância com que um taberneiro serve vinho morno por colheita rara. Escreves com o fervor de quem acredita… que há quem acredite.

A tua mulher bem pousada na saúde, tu bem pousado na sombra. O lar um bastião da influência discreta — mesa posta à custa de cargos de favor, bem distribuídos como se distribuem panfletos em campanha: de mão estendida e sorriso feito.

E no jornal, essa folha cansada onde rabiscas com zelo mercenário, és o arauto do vazio com travo a editorial encomendado. Nada em ti brilha senão a testa, nada em ti permanece senão a vontade de agradar a quem manda, já mandou ou pode vir a mandar.

És o aspirador dos estagiários, sugador de currículos e ideias frescas, parasita das bolsas de emprego que usas como quem colhe fruta sem plantar para financiar os teus projetos falidos.

O teu grande plano? Vender a Guarda ao laranjal do Pinhal, embrulhada em papel de jornal, selada com saliva de bajulação. És mensageiro sem honra, arauto de rendas por pagar, capacho sem colarinho e microfone.

Um dia, talvez redijas um autoelogio. Terá vírgulas no sítio, metáforas alheias, e zero leitores.

Passarás, sim. Como passam os anúncios entre músicas numa rádio que ninguém ouve. Com som, sem memória. Com vaidade, sem história.

terça-feira, 22 de julho de 2025

Crónica: O Sonho do Avental e a Junta em Risco (por um escriba sem paciência para farsas em nome do povo da Guarda)

 Há homens que nascem com um fado, outros com um fato. Carlos Chaves Monteiro, esse, nasceu com um avental que muitos confundem por fio dental — e com um sonho de menino que, em vez de empinar papagaios, empinava ambições. Quis ser presidente da Câmara da Guarda, e foi, como quem é empurrado para o palco sem ensaiar, sem texto, sem talento — e, verdade se diga, sem aplausos.

Foi estrela cadente na constelação laranja, mas não deixou brilho: apenas um enorme estoiro. Imposto como quem se impõe um remendo a calças rotas, ignorando os militantes, os votos e até a mais básica decência democrática, foi brindado com a maior humilhação eleitoral do PSD na história recente da Guarda. Uma derrota tão retumbante que até as pedras do nosso castelo coraram de vergonha alheia.

Mas eis que o avental ressuscita. Depois de falhado o trono maior, eis que se atira ao cadeirão da Junta de Freguesia da Guarda. Um degrau abaixo, um sonho reciclado, uma obsessão menor, mas não menos tola. Dizem que é o segundo sonho de menino. Talvez. Mas o que é certo é que os guardenses não são sacos de areia para os punhos de vaidade de um político que nunca passou sequer pela eleição de um administrador de condomínio.

Sem ideias, sem chama, sem norte nem estrela, apresenta-se agora à porta da Junta como quem quer governar um navio com um leque e um livro de provérbios. Um homem de mão e mente vazia, cuja gestão deixou mais marcas no desinteresse público do que em qualquer caderno de encargos. Não deixou obra, não deixou visão — deixou o PSD em ruínas e um município em estado de pasmo à beira do desgoverno.

E agora, em nome da sede que nunca matou com competência, quer mais uma vez convencer o povo da Guarda a emprestar-lhe o volante. Quer ser presidente, nem que seja da associação de moradores do seu ego. Não pela freguesia, mas pela vaidade. Não pelas pessoas, mas pela ambição pessoal que nem o espelho já leva a sério.

Mas cuidado, gente da Guarda. O homem do avental não vem com projeto — vem com ressabiamento. Vem com vontade de revanche, não com visão de futuro. E uma Junta de Freguesia não é pousio para vaidades falhadas, nem é trampolim para sonhos pequenos de homens grandes em estatuto mas pequenos em substância.

A Guarda merece mais do que fantasmas do passado com sede de palco. Merece quem a conheça, a ame e a respeite. Não quem dela faça palco para o segundo ato de um fracasso anunciado.

Amém, e que o povo tenha memória.

segunda-feira, 21 de julho de 2025

✍️ Palavra do Alcaide — Crónica IV - A dinastia dos Amaros: entre o tacho digital e a herança do silêncio

Oh terra santa da Guarda, que tens no teu nome muralha,

Mas deixaste entrar pelos fundos a mais nova canalha.
Veio de sangue herdado, não de obra nem suor,
Uma tal linhagem que só brilha com favor.

Amaros são — e Amaro se chamava o patriarca,
Que de secretário de Estado fez dinastia parca.
Agora surge a filha, Joana de linhagem douta,
Mas em vez de currículo, só contas e mais uma multa.

A PJ bateu à porta, o Ministério farejou,
E um nexo de tachos em rede se desvendou.
Concursos viciados com empresas em comparsa,
E a DecUnify no centro da farsa.

Chamam-lhe esquema, chamam-lhe corrupção,
Mas aqui na Guarda, chamamos-lhe continuação.
Porque nada disto é novo, só mudou de vestido:
Do veludo ministerial ao contrato prometido.

A dinastia dos Amaros quer manter-se à tona,
Mas já cheira a mofo a velha poltrona.
De informática é o negócio, mas de ética pouco ou nada,
O que importa é o tacho — seja em RAM ou em fachada.

Ó povo da Guarda, que vês isto acontecer,
Será que deixas outra vez o poder se corromper?
Ou ergues a voz, como em tempos passados,
E fechas a porta a esquemas herdados?

Do PRR às escolas, da universidade ao Estado,
O sistema é o mesmo: tudo viciado.
E os Amaros, em silêncio, ainda esperam que passe,
Mas esta terra não quer mais essa classe.

A Guarda não é viveiro de favores familiares,
Nem palco para dinastias de gestos salutares.
É terra de gente honesta, de punho erguido e mão calejada,
Que não se deixa enganar por voz estudada.

Aqui fica, pois, a crónica e o alerta geral:
Quem vive de esquemas, acaba sempre mal.
E quem, no poder, não presta contas com clareza,
Acaba por cair — com ou sem nobreza.


Noticia em baixo:

Nexus. O Esquema que viciou contratos de mais de 4,5 milhões – Observador


🎩 Acácio, o Grande Iludido da Maçonaria dos Tacanhos 🎩



 Ai Guarda, minha terra de gente brava e sangue sem medo, como te surgem agora pretendentes com mais pose que préstimo, mais avental que alma, mais espelho que espinha?

Vejam bem este Acácio —
Figura que outrora lambia carimbos no SEF,
e que entre suspiros por tachos e paninhos de renda sindicalista,
ajudou com mãozinhas de frete a empurrar o SEF para a cova,
como quem mata o pai e depois chora no enterro para sair na fotografia.

Hoje, sem ter obra nem vergonha,
sem ter lida nem lastro,
vem com ares de estadista de tabacaria,
pedir a presidência da Junta da Guarda.
Como se esta terra fosse alcatifa para se limpar os sapatos
e o povo um bando de tolos a quem se compra com promessas e pose de avental.

Faz-se homem de luz,
mas só brilha na ribalta dos que gritam mais do que pensam.
E o que pensa, coitado, pensa mal.
Gosta de aparecer — de preferência sem contraditório —
e liberta ódio como quem solta gases:
sem elegância, sem controlo, e sempre no momento errado.

De Vila Mendo diz que vem,
mas da estirpe nobre da terra nada lhe sobra senão o nome.
Tem a altivez dos que nunca lavraram campo,
e a ambição dos que nem sabiam onde ficava o campo antes de o Google lhes mostrar.

Quer ser presidente da Junta, diz ele…
mas nunca mandou senão no eco da própria voz.
Nem no condomínio lhe confiam a ata.
Nem o elevador o ouve sem protestar.

Na Guarda, terra de fronteira,
não precisamos de figurões de papelão,
mas de quem saiba onde mora cada rua,
onde chora cada idoso,
e onde falta cada tostão.

⚔️ Acácio, guarda o teu avental para os rituais,
e a tua ambição para os serões de espelho em riste.
Na Guarda, manda o povo.
E o povo não se deixa mandar por figurantes de cartola.

sexta-feira, 18 de julho de 2025

✍️ Palavra do Alcaide — Crónica III

 Monteirinho, o afilhado dos Raimundos, deserdado com razão.

Monteirinho, ó nome de herdeiro frustrado,
Que do tacho viveu, mas nunca foi honrado.
Cresceu à sombra dos Raimundos — qual parreira de estufa —
Mas nem vinho deu, só vinagre e bazófia de bufas.

O PS que o criou hoje já nem o quer à mesa,
Pois sabe que do rapaz pouco sobra, pouca empresa.
De gesto fino e palavra sem rasgo,
Tem na folha de serviço um grande e rotundo vácuo.

Deserdado está, e bem, que o povo não é burro:
Conhece os que servem — e os que só vêm pelo murro.
E Monteirinho, o tal que foi feito à medida,
Hoje é peso morto de lista, promessa já vencida.

Cuidado, senhores da máquina e do cartão,
Que o povo já não engole cada invenção.
O alcaide aqui escreve com o punho da razão:
Quem vive de favores, não tem pátria — tem patrão.

✍️ Palavra do Alcaide — Crónica II


 De um tal Prata que nem prata brilha — e há 24 anos serve-se da Junta.

Oh Prata apagado, sem brilho nem quilate,
De prata só tens o nome, e nem isso te bate.
Há 24 anos na Junta, mas sem rasgo, sem chama,
Mais do que obra, só tacho — e a mão cheia de lama.

Foste sombra em assembleias, vulto sem ação,
A empatar o destino de quem clama por solução.
De projeto nada trazes, de coragem nem um traço,
Só contas com o tempo — que passaste à mesa do compasso.

A tua prata é de lata, a Junta o teu sofá,
E o povo, esse que sofre, não te vê levantar.
Dizes que defendes a terra, mas sempre de pantufas,
Que um alcaide não se engana com promessas tão estufas.

Tu, que nada fizeste senão prolongar-te em cargo,
És retrato do sistema que devora como um largo.
Mas o tempo da farsa finda, e a voz já se levanta:
A Guarda não quer mais prata falsa que só se aguenta por manta.

✍️ Palavra do Alcaide — Crónica I Sobre os que, após anos de tacho, surgem de dedo em riste.

 Oh glória tardia, que assoma em rosto gasto!

Vós que de tacho em tacho fizestes estrada e lasto,
Agora ergueis a voz — que esteve muda e calada —
Como se a crítica vos purgasse a caminhada.

Trinta anos de cadeira, sem obra nem suor,
Mas eis que no ocaso vos ergueis com ardor!
Criticais o que antes nunca ousastes tocar,
E fingis que nunca vos vimos a pactuar.

Dizeis que falta isto, que aquilo está errado,
Mas fostes vós quem deixou tudo emperrado.
Quando havia poder, reinava o vosso silêncio;
Hoje, sem lugar, vinga-se o ressentimento.

Mas não vos iludais: a Guarda tem memória.
Não apaga tão cedo quem manchou-lhe a história.
E enquanto uns fingem que nunca por cá andaram,
Outros — como eu — guardam, lutam e não se calaram.

Aqui fala-se claro, sem perfume nem verniz.
E quem quiser respeito, que dê exemplo feliz.
Porque não basta apontar o dedo e tossir moral:
É preciso ter obra, nome limpo — e um ideal.


🛡️ Alcaide Álvaro Gil Cabral Alcaide da palavra. Guardião da coragem. Voz que não se rende.

 Sou Álvaro Gil Cabral, de verbo aceso e mão lavrada, O que outrora à Castela deu porta fechada, E hoje diz aos Partidos da Corte Embuçada: “Da Guarda não fazeis praça arrendada.”

Calaram-se trinta anos, os senhores do sistema, Com discursos de veludo e tripa cheia de esquema. Agora marcham, de novo, cheios de chama, Prometendo o céu… mas com a lama na trama.

E os Raimundos? Ah, esses ratos de bastidor, Que nunca se dão ao voto, mas mandam com fervor. São sombras de tenda, são corcundas da intriga, Com o tacho na mão e a mentira na barriga.

Mas aqui — não. Aqui sopra-se a poeira e mostra-se o chão. Aqui não se aplaude o truque nem o ilusionista. Aqui grita-se verdade, mesmo que doa, mesmo que avista O ódio dos que nunca fizeram mais Do que bajular Lisboa por migalhas reais.

Esta terra não é feudo, nem é balcão de nomeação. É a Guarda — e quem cá vive, merece mais que opressão. Merece quem lhe diga: “estou aqui, de pé, inteiro.” E não os fantoches do regime trapaceiro.


📍 Guarda, Portugal
📣 "Nem me rendi a Castela. Nem me ajoelho a Lisboa."



Crónica Satírica dos Donos da Guarda

  Do prostíbulo partidário à praça pública Na velha Guarda, terra fria mas altiva, erguem-se ainda barões de sombra esquiva. Raimundos b...